Lembro-me tão bem de escrever as
seguintes palavras:
“Gostava de olhar para o espelho daqui
a vinte anos e ver-te deitado na cama de onde acabei de me levantar, de estar
contigo para o melhor da vida, para construir a nossa pequena família, poder
dizer que te amo e saber que tu me amas, ter o teu ombro amigo para quando
quiser chorar ou para quando tiver a melhor notícia do mundo, gostava de poder
vir a ser o teu melhor amigo, o teu confidente, gostava de poder partilhar a
minha vida contigo.
Continuar a ter o prazer de ver esse
teu sorriso e esse teu olhar, sentir o teu doce e leve beijo, o calor do teu
corpo fresquinho, é tudo o que mais posso desejar.
Se serei tudo isto que gostava de ser
para ti? Não sei… Só tu, e o tempo dirão, mas o que é certo é que és sem
qualquer dúvida, o grande amor da minha vida.”
O que mudou?
Tudo!
Porquê?
Porque não fui crescidinho o
suficiente para pensar nas consequências duma decisão estúpida.
Só me resta esperar, ter muita calma.
São tantas coisas, tantas palavras,
tanto por fazer.
Renato

Sem comentários:
Enviar um comentário